Comecemos pelas miúdas - em boa verdade também devemos terminar nas miúdas... mas vocês (os dois) que visitam este blogue já me conhecem e sabem que é inevitável!!
AVISO: Por questões de coiso, os nomes são todos fictícios :)
Avancemos para a ... Maria.
A bela e expressiva Maria, do 8º ano, com os seus olhos verdes e a sua farta e aloirada cabeleira, que andou atrás de mim durante mais de um ano lectivo, mas que eu, estoicamente (estupidamente?) sempre recusei namorar, por uma daquelas soberbas que colocaram no meu caminho outras tentações que, analisando a memória do que me resta daquele tempo, acho que, afinal, a troca, muito provavelmente não foi assim tão... benéfica! É uma das maiores incógnitas que tenho na minha vida, porque não me consigo lembrar de nenhuma razão, aparte de gostar de outra miúda, de não ter, pelo menos, dado o beneficio da dúvida e ter, no mínimo, trocado uns valentes chochos...
A Sara... A Sara era um mimo de miúda. Iria comigo e por mim, até ao fim do mundo, gostava de mim de verdade. Mas tinha falta de alguns atributos, mais ou menos discutíveis e que hoje a colocariam num belo top de miúdas a quem gostaria de ter dado mais tempo. A Sara, ao contrário da Maria, teve as suas chances. Era assanhada, mas faltava-lhe qualquer coisa. Na altura, acho que os aparelhos nos dentes não eram tão IN e por isso notava-se um bocado o meu desencanto com o decorrer da coisa, pelo que, um belo dia, terminou-se tudo. O pouco que tinhamos...
A Mariana... Outra daquelas incógnitas da minha vida, que me tratou mal quando éramos miúdos - "não era o tipo dela"! Foi com esta frase arrasadora que arrumou comigo naquela tarde no banco de jardim da escola. Era gira, mas nada como o Maria. Cabelos encaracolados, olhos doces de avelã e modos de miúda educada. Mais tarde levou o troco, de uma forma infantil - até para mim!
Estava ela a trabalhar numa caixa de supermercado e fui lá com uma namorada muito mais velha, toda jeitosa, com quem saía na altura. A surpresa dela ao ver-me, em tão boa forma e tão bem acompanhado só foi suplantada quando a vi, uns anos mais tarde, com um namorado careca e num bmw todo azeiteiro!
Toma lá que é para aprenderes a teres o teu "tipo".
PS: Ainda agora ainda tenho cabelo.! Toma! :)
A Carla. Ui a Carla... A Carla é mencionada acima como "namorada muito mais velha, toda jeitosa, com quem saía na altura".
A verdade é que não era namorada na altura. Referenciada assim porque deve ter sido o que a Mariana pensou (pelo menos pela cara dela da altura!)
Era apenas boazona, mais velha (bastante!) e com quem nunca tive nada, por causa da minha imaturidade naqueles verdes anos. Ainda hoje a vejo e digo-vos que, apesar dos anos passarem, continua "boazona" :). O que poderia ter acontecido? Não sei. O que aconteceu? Casou com um miúdo uns anos mais tarde e divorciou-se tão rápido quanto casou... A vida é mesmo assim, uma espécie de oceano que tão depressa leva como trás.
A Paula. A Paula não consigo dizer se é (foi) real ou se era apenas um estereotipo de miúda que nos levava sempre a fazer coisas que verdadeiramente não queríamos. Foi assim com um amigo meu. Foi assim comigo. Duas vezes... e mais não digo!
Finalizo com a Mafalda. Era a típica miúda da aldeia, mais velha, com quem troquei num daqueles verões quentes em que tínhamos 3 meses de nada para fazer, um pouco mais do que caricias. E sim, o sexo inebria de tal forma que deixamos de ter consciência do que estamos a fazer, levando-nos ao ponto de querer parar, mas não conseguimos. Largou-me por um labrego da terra e fiquei tão aliviado... :)
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