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terça-feira, 22 de setembro de 2015

terça-feira, 15 de setembro de 2015

KL – A História dos Campos de Concentração Nazis

Há coisas que merecem ser repassadas.
Porque a história não deve ser esquecida.

Título: KL – A História dos Campos de Concentração Nazis Autor: Nikolaus Wachsmann Editora: Dom Quixote Páginas: 888 Preço: 34,90€
KL Uma Historia dos Campos de Concentracao Nazis
Deixo-vos algumas passagens que encontrei neste artigo do observador que merece leitura integral:

Por vezes é necessário pôr de lado "KL", de Nikolaus Wachsmann, não porque a escrita seja pastosa – pelo contrário, está admiravelmente escrito – mas porque a náusea pode tornar-se insuportável.
A 1 de Janeiro de 2016, Mein Kampf entrará no domínio público e o estado da Baviera, actual detentor dos direitos de autor do livro, deixará de poder impedir a sua publicação na Alemanha, como tem acontecido até agora. Inevitavelmente, há reedições a serem preparadas, que estão, também inevitavelmente, envoltas em acesa polémica, entre os que defendem que o livro é uma “ferramenta académica” ou que não pode apagar-se a história e os que receiam as influências perniciosas que o livro possa exercer, para mais em altura de recrudescimento de sentimentos anti-semitas pela Europa fora.

Uma solução de compromisso poderia ser a obrigatoriedade de comercializar Mein Kampf num “pacote” com KL: A História dos Campos de Concentração Nazis, de Nikolaus Wachsmann, que a D. Quixote acaba de editar em Portugal. Se, 70 anos após a morte de Hitler, ainda restar veneno em Mein Kampf e ainda houver espíritos suficientemente simplórios ou retorcidos para serem enfeitiçados por tão indigente amálgama de atoardas, incitamentos ao ódio, auto-glorificação, delírios megalómanos e distorções malévolas, KL será o antídoto.
Por vezes, há livros que são descritos como “um murro no estômago”. KL não é um murro no estômago, é uma saraivada de murros, incessante, implacável, que se estende, sem esmorecimento, por 634 páginas (mais 220 de apêndices, notas, bibliografia e índice remissivo). KL (era esta a forma como eram designados, na linguagem quotidiana e nos documentos oficiais, os Konzentrationslager = campos de concentração) sintetiza uma colossal quantidade de informação sobre a rede concentracionária nazi e apresenta-a de forma neutra, objectiva e sobrenaturalmente clara, desfazendo algumas generalizações, simplificações e preconceitos que se foram enraizando com o passar dos anos.
Importa realçar que o assunto do livro não é o Holocausto: Wachsmann foca-se nos campos de concentração, deixando de fora os campos de extermínio e os campos de trabalho, exceptuando, claro, casos como o do complexo de Auschwitz-Birkenau, onde as três “valências” coexistiam.


Assim, está cá o miúdo de 13 anos acabado de chegar ao campo de Ebensee que foi assassinado por um grupo de prisioneiros apenas para lhe ficarem com o pão;

o jovem judeu, que face ao pânico que tomou conta do seu grupo à entrada da câmara de gás quando correu o rumor do destino que os esperava, subiu a um banco e tentou tranquilizar todos, garantindo que não iriam morrer, “porque um massacre indiscriminado de inocentes, de modo tão bárbaro, não podia acontecer em lado nenhum do mundo”;

Ján Weis, um judeu eslovaco cujo trabalho na enfermaria do campo passou por auxiliar o médico SS a assassinar doentes com uma injecção letal e descobriu que no grupo de condenados que entrou na enfermaria estava o seu próprio pai;

o Reichsführer SS Himmler proclamando, perante generais da Wehrmacht, em 1944, que os prisioneiros dos seus campos” viviam melhor do que muitos trabalhadores da Inglaterra e da América”.

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Os carrascos também precisam de relaxar: os guardas e pessoal administrativo de Auschwitz-Birkenau gozavam de licenças regulares no pequeno e discreto resort de Solahütte, perto de Auschwitz

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Migrantes, Refugiados e ...

Não podia deixar de debitar os meus 50cents quanto a esta questão da entrada massiva de gente, vinda dos sitios de onde veem e da forma como veem deixa-me realmente preocupado.
Iremos perder a nossa, da Europa, identidade cultural?
Ou será apenas enriquecida pela mistura das duas?
Quererá toda esta gente integrar-se ou destacar-se?
Veem para trabalhar ou para viverem (mais uns) à conta de subsidios e afins?
Tantas perguntas e tão poucas respostas...



fonte da imagem

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O que os homens querem. A sério?!

Num desses programas que pululam a nossa televisão, num dado momento, não muito recente, ouvi a pergunta do século:




E só me apeteceu responder... 

- Agora a sério... qual é a pergunta?

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Annoying shits e outras merdas que tais

Existem coisas que (quase) me tiram do sério. Hoje por hoje, muito dificilmente me conseguem sacar a paciência para vilipendiar outrem, ou algo que possa ser considerado nessa categoria...
O máximo que me sacam são uns impropérios para dentro e passado 30 segundos aprecio o sol, a chuva, o que estiver mais ... à mão.
No entanto, há coisas que me chateiam. Vou enumerar algumas:

FUMAR
É um problema, mas de quem o faz e, desde que não obriguem outros a aspirar o fumo que produzem, não me dão qualquer transtorno. Então o que é que chateia?
A malta que fuma à janela e envia não só a CINZA dos seus cancros portáteis para os vizinhos de baixo, mas e principalmente, enviam as BEATAS ainda a arder pelas janelas. Isto aplica-se tanto a casa como no carro! Não o façam malta! Queimam as pessoas, sujam tudo e se ficarem essas beatas nos carros, queimam a pintura até à chapa!

ESTACIONAMENTOS
Vamos tentar meter o carro no MEIO dos riscos. Não é em cima dos riscos. Não é AO LADO. É mesmo ENTRE os riscos (se existirem marcações). Se não existirem marcações no estacionamento façam-nas mentalmente. Se colocarem o vosso carro no meio do estacionamento e  ficarem com demasiado espaço é porque CABE OUTRO CARRO!

CUSPIR NA VIA PÚBLICA
(Já) Não devia ser necessário lembrar, mas conspurcar a via pública com as vossas secreções NÃO É FIXE! As miúdas não gostam mais de vocês porque o fazem, acreditem!

LIXO

À semelhança da referência anterior, é totalmente JAVARDICE qualquer tipo de lixo na via pública. Experimentem a mandar para o chão EM CASA o que mandam para o chão na rua, ok?

MÚSICA PARA TODOS

Andar com colunas portáteis nos transportes públicos obrigando toda a gente a ouvir a vossa música não é um acto de rebeldia com a sociedade ou outra merda qualquer que vos venderam: é só FALTA DE EDUCAÇÃO!

PUBLICIDADE 
É uma praga a publicidade. Podia (e devia) ser algo bom, mas o capitalismo selvagem que obriga a vender tudo a todos, transformou o nosso veiculo, a nossa caixa de correio, no principal receptor de toda a trampa que nos tentam impingir. É chato! PAREM com isso, se possível...

E vocês? Quais são aquelas (pequenas) merdas do dia-a-dia que mais vos chateiam?