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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Pavoneia-te à vontade...

foto: Vip Abril

Há algo em ti que me impede de falar contigo por um lado e no entanto, sinto-me compelido a estar contigo, a olhar para ti, admiro-te e ao teu corpo magnifico que tanto insistes em mostrar de uma forma completamente gratuita. Sabes o que tens e o que queres mostrar. E tens tantas razões para o fazer. E é quando e da forma que o fazes que me deixas louco... Vens com as camisolas largas em que os teus ombros se exibem naturalmente, em que a tua pele se deixa ver, mais uma vez, para deleite de todos, mas eu sei que em parte é para mim, para provocares sensações que todos sabemos despertam quando uma mulher se mostra e exibe: pavoneia-te. És mesmo ... sensual. A forma como falas, a linguagem do teu corpo que se assemelha a um silvo de uma cobra, sibilante, quase sem se ouvir mas que nos desperta cada vez que o sentimos.
Mas é quando agarras o teu cabelo, num movimento que tem tanto de involuntário como de deliberado, que sinto que vou perder o chão, em que perco o ar, por te ver exposta dessa maneira. Amo a tua juventude, a tua pele com o seu tom tão peculiar, a forma como reages a determinados eventos. Gosto de admirar quando estás frágil e a tua alma não tem a capa que normalmente usa e que torna quase impossivel saber o que pensas, o que gostas e se gostas.
Deixa-me admirar-te. Eu gosto e tu também...

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